Então, ainda mais depois de passados alguns dias de sua morte, não sei se há muito mais a dizer. Como nenhum outro, ele sabia que sons, palavras, são navalhas. Sendo assim, talvez reste apenas ser piegas e ressaltar que suas canções seguirão vivas, atuais e, principalmente, afiadas. Seguirão feito faca, cortando a carne de todos nós.
E, como última homenagem, segue abaixo a íntegra daquele que é, na minha opinião, o melhor álbum de Belchior. O novo sempre vem, mas Alucinação tem 41 anos e parece que foi lançado ontem. Segue novo.

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